terça-feira, 17 de abril de 2012

Os Animais no Plano Espiritual


Animais muito mais Humanos

Vale investir um pouco de tempo, pois a mensagem é importante

Gratidão. Uma imagem vale mais que mil palavras. Demonstração de gratidão desta cadela da raça Doberman, que havia sido salva pelo bombeiro em um incêndio na casa em que morava. Ela estava prenha.



E agora, uma das mais linda das histórias de “animais” que já pude comprovar... Um cachorro foi visto no meio de uma avenida, com muito trânsito, cuidando de seu amigo que foi atropelado por um carro. Usando a pata, o cachorro tentava acordar seu amigo que, lamentavelmente, já estava morto.

O cachorro tentava empurrar seu amigo para fora da avenida. E, quando alguma pessoa tentava ajudar, ele rosnava e afugentava aqueles que se aproximavam dele e de seu até então companheiro.

Apesar do tráfego pesado, o cachorro não abandonava seu amigo – verdadeiro e fiel AMIGO.

As 'pessoas' ficaram impressionadas pelo fato de um cão "vira-lata" ser tão leal… Afinal, elas (pessoas "humanas") não estão acostumadas com tanta lealdade.

Essa é outra história comovente... A Ternura de um passarinho e a Dor de uma Perda. Aconteceu numa praça, no Japão. Não se sabe como o pássaro morreu. Ele estava ali no asfalto, inerte, sem vida. Seria um fato corriqueiro, mas o fotógrafo fez a grande diferença.

A Solidariedade. Segundo o relato do fotógrafo, uma outra ave permanecia próxima àquele corpo sem vida e ficara ali durante horas. Chamando pelo companheiro, ela pulava de galho em galho, sem temer os que se aproximavam, inclusive sem temer ao fotógrafo que se colocava bem próximo.

A Solicitação . Ela cantou num tom triste. Ela voou até o corpinho inerte, posou como querendo levantá-lo e alçou vôo até um jardim próximo. O fotógrafo entendeu o que ela pedia e, assim, foi até o meio da rua, retirou a ave morta e a colocou no canteiro indicado. Só então a ave solidária levantou vôo e, atrás dela, todo o bando...

A Despedida. As fotos traduzem a seqüência dos fatos e a beleza de sentimentos no reino animal.

Uma Questão de Amor e Carinho. Segundo o relato de testemunhas, dezenas de aves, antes de partirem, sobrevoaram o corpinho do companheiro morto. As fotos mostram quanta verdade existiu naquele momento de dor e respeito.

Um grito de dor e lamento. Aquela ave que fez toda a cerimônia de despedida, quando o bando já ia alto, inesperadamente voltou ao corpo inerte no chão e, num grito de não aceitação da morte, tenta novamente chamar o companheiro à vida. Desesperada, mas com amor e carinho, ela se despede do companheiro, revelando o seu sentimento de dor.

Esse tipo de "matéria" (inclusive no sentido MATERIALISTA) tinha que (e deveria), de qualquer forma ou a qualquer "custo" (desde que não se gastasse muito - lógico), ser "registrada", filmada, fotografada e sair na imprensa, pois que para ELAS – pessoas "normais" –, aquele fato era mais do que inusitado, ou seja, o que deveria ser imperiosamente NORMAL, tornou-se, diante do descalabro vivido nos dias atuais, uma NOTÍCIA INTERNACIOANAL e SENSACIONAL.

Como puderam as pessoas "humanas" chegar a tão mísero grau de amor ao próximo? Próximo?Quem seria "ele" ou "ela"? Só se esse "próximo", para a maioria, quando muito, for o Sr. "Espelho" ou, quiçá, o Sr. "Umbigo". Ou não? Claro que não! Poderíamos estar diante de uma "próxima"... A Sra. Vaidade, ou a Sra. Cobiça, quiçá a tão conhecida e constante visitante – a Sra. INVEJA ou, ainda, alguma outra... Não é mesmo?

O que temos que fazer é justamente AGIR e darmos um BASTA nesse tipo de "vergonha" de sermos "bons". Sim, bons ao contrário de maus, de perversos.

Somente em situações difíceis é que temos a rara oportunidade de descobrirmos "quem" é um verdadeiro amigo. Definitivamente, não vamos esperar que situações difíceis sejam necessárias para demonstrarmos o quanto consideramos aqueles que são nossos verdadeiros amigos.

Se você tem um(a) amigo(a), conserve-o(a) e, quando tiver oportunidade de demonstrar sua amizade, não espere, faça. Aliás, não lhe custará demonstrar, também, sua solidariedade e, sobretudo, seu AMOR por ele(a)...

"Você nasce sem pedir e morre sem querer. Aproveite o intervalo."
A vida nada mais é do que uma sucessão de acidentes. É impossível sair dela sem algumas cicatrizes. Sorria enquanto tem dentes e aproveite a viagem enquanto ainda pode vê-la e fazê-la.

Que tal refletirmos? Abracemos essa idéia de sermos um pouco menos "humanos" e muito mais "ANIMAIS"... "Animais" sim, mas "HUMANITÁRIOS". Um grande abraço!

Fonte
Apresentação ppt recebida por e-mail

[Atualizado em 03/09/2009] Acabei de ver essa matéria... Sem palavras: 
http://colunas.globorural.globo.com/bloggloborural/

Menina com síndrome rara só fala para animais

Diagnosticada com uma rara síndrome genética, a garota tem dificuldades na fala. Ao ir para uma fazenda ela pronunciou palavras com animais.

Aos quatro anos de idade, a menina britânica Rose Willcocks foi diagnosticada com uma síndrome genética rara e praticamente emudeceu. De acordo com uma reportagem do jornal Daily Mail, ela nunca conseguiu dizer as palavras "papai" e "mamãe", muito menos pedir comida ou dizer que estava com sono. Mas, para espanto dos pais, a garota revelou que consegue falar - mas apenas com animais.

De acordo com a reportagem, Rose começou a emitir sons quando, como parte de sua terapia, ficou durante um tempo em uma fazenda. Seus pais agora dizem que ela fala sempre que está em companhia de algum animal.

A descoberta tem dado esperanças na cura da síndrome de Rose. Segundo o jornal, a mãe da menina, de 37 anos, apelidou a filha de "Miss Dolittle", em referência ao personagem do cinema que conversa com animais, interpretado em refilmagem recente por Eddie Murphy.

Rose tem um defeito cromossômico que dificulta sua fala. Ela também tem dificuldades de aprendizado e alguns traços de autismo.

A família de Rose, que mora em Hertfordshire, na Inglaterra, agora pretende levar a menina para realizar terapia com golfinhos nos Estados Unidos.

Fonte
http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

Os Animais no Plano Espiritual

Uma análise sobre como ocorre o processo evolutivo e reencarnatório no reino animal.
Por dra. Irvênia Prada
Extraído do livro: A questão espiritual dos animais 


Muito mais do que supomos, os animais são assistidos em seu desencarne por espíritos zoófilos que os recebem no plano espiritual e cuidam deles.

Notícias pela Folha Espírita (dez. 1992) nos dão conta de que Konrad Lorenz - zoólogo e sociólogo austríaco, nascido em 1903 -, o pai da Etologia (ciência do comportamento animal, que enfoca também aspectos do comportamento humano a ele eventualmente vinculados) continua trabalhando, no plano espiritual, recebendo com carinho e atenção, animais desencarnados.

Também temos informações que nos foram transmitidas, pelo espírito Álvaro, de que há vários tipos de atendimento para os animais desencarnados, dependendo da situação, especialmente para os casos de morte brusca ou violenta, possibilitando melhor recuperação de seu perispírito. Existem ainda instalações e construções adequadas para o atendimento das diferentes necessidades, onde os animais são tratados.

Tendo sido perguntado se os animais têm "anjo da guarda", Álvaro respondeu que sim; alguns espíritos cuidam de grupos de animais e, à medida que eles vão evoluindo, o atendimento vai tendendo à individualização.

Quanto ao reencarne dos animais, perguntou-se ao espírito Álvaro se os animais estabelecem laços duradouros entre si." - Sim, existe uma atração entre os animais, tanto naqueles que formam grupos como naqueles que reencarnam domesticados. Procuramos colocar juntos espíritos que já conviveram, o que facilita o aparecimento e a elaboração de sentimentos".

E qual é a finalidade da reencarnação para os animais? Conforme os espíritos da codificação, a finalidade é sempre a da oportunidade de progresso.


Todos os Animais Merecem o Céu

Este foi o título escolhido pelo autor e veterinário Marcel Benedeti para o livro que relata a reencarnação dos animais, a eutanásia, o sofrimento como forma de evolução desses seres, a existência de colônias que cuidam dos animais no plano espiritual e outras questões importantes.

A obra foi uma das premiadas no Concurso Literário Espírita João Castardelli 2003-2004, promovido pela Fundação Espírita André Luiz. Esse foi o primeiro livro do autor que se especializou em homeopatia para animais e conheceu a doutrina espírita na época em que cursava a faculdade, apesar de sua mediunidade ter se manifestado muito antes desse período.

Marcel relata que quando trabalhava em uma livraria e se preparava para prestar vestibular, em um dia de pouco movimento, foi para a parte de baixo da loja estudar e notou que estava sendo observado por um senhor. Resolveu perguntar se o senhor desejava alguma coisa e ele lhe respondeu que só estava achando interessante ele estudar, então explicou que queria passar no vestibular de veterinária e o velhinho disse que não se preocupasse porque passaria. Previu também outros fatos que aconteceriam.

Em seguida se despediu dizendo que se veriam depois. Após alguns instantes comentou com seu colega de trabalho que tinha achado aquele homem esquisito por fazer previsões do futuro. O colega disse que não havia entrado ninguém na livraria, foi então que se deu conta de que se tratava de um espírito. Este mais tarde é que lhe ditaria o livro.

O tema da obra fez tanto sucesso que se transformou também em programa de rádio. Nossos irmãos animais vai ao ar toda quarta-feira, às 13h na Rede Boa Nova. Com apresentação de Ana Gaspar, Maria Tereza Soberanski e Marnel Benedeti.


Como o livro foi escrito?

Escrevi o livro em menos de um mês, durante os intervalos das consultas, mas o espírito que ditou não quis se identificar.

As cenas foram surgindo em uma tela mental e ao mesmo tempo um espírito narrava os episódios. Outras vezes, não havia imagem, apenas a narrativa; nesses momentos se tornava mais difícil. Apesar de achar o livro maravilhoso, não acreditava que alguma editora pudesse se interessar pelo assunto. Mas certo dia estava ouvindo a rádio Boa Nova quando anunciaram o concurso literário espírita. Resolvi participar e acabei ganhando o concurso 2003-2004 e editando o livro pela editora Mundo Maior.


O que o livro acrescentar para os veterinários e pessoas que possuem animais?
Se as pessoas não tiverem a visão espiritual em relação aos animais, que eles tem espírito e sentimentos vão continuar tratando esses seres como objetos, como era há pouco tempo atrás. Essa onda de conscientização é recente.

Entramos na questão também de comer carne; cada um tem que perceber o que está fazendo. Eu mesmo comia carne e parei para pensar porque comia, se meu corpo recusava, me fazia mal... Mas quando comecei a lembrar as descrições feitas no livro a respeito do matadouro, passei a sentir repugnância da carne.


Sendo veterinário e espírita, como analisa a questão da eutanásia? 

O ser humano tem o carma, o animal não. O animal tem consciência, mas muito mais restrita, em relação ao ser humano. Ele segue muito mais os seus instintos.

Então, como não tem carma, a eutanásia deve ser o último recurso utilizado; o veterinário deve fazer todo o possível para salvá-lo.

Se o animal estiver sofrendo muito e não existir outra maneira, o plano espiritual não condena, porque é um aprendizado tanto para o animal quanto para o dono que precisa tomar a decisão.


Os animais reencarnam?

Há um capítulo no livro que explica como ocorre a reencarnação dos animais. Este descreve que cada espécie de animal leva um tempo para reencarnar, mas por possuírem o livre-arbítrio ainda muito restrito, uma comissão avalia as fichas dos animais e estabelece o ambiente que deverão nascer e a espécie.


Como o conhecimento espiritual pode ajudar o veterinário no trato com os animais?
O veterinário, em geral, por natureza, mesmo não sabendo já é espiritualizado, pelo fato de gostar de animais e querer salvar a vida deles. Quando o veterinário adquire consciência de que o animal não é um objeto e sim um ser espiritual, que possui inteligência e sentimento, muda o seu ponto de visa, passa a enxergar os fatos de uma forma mais ampla. Com certeza se mais veterinários tivessem um conhecimento espiritual, o tratamento em relação aos animais seria melhor.


Como é aplicada a homeopatia para animais?

No Brasil, a homeopatia ainda é pouco aplicada nos animais porque muitos acham que não funciona. Só utilizo a homeopatia quando o dono do animal permite e, em casos mais graves, a homeopatia entra como terapia complementar, porque demora um pouco mais para trazer resultado e alguns casos são urgentes.

O uso da homeopatia é igual tanto para pessoas quanto para animais. A única diferença é que o animal não fala, então o dono precisa ser um bom observador para relatar a personalidade do animal para o veterinário, e muitas vezes, não possui as informações necessárias para um diagnóstico mais preciso.

Pergunto, por exemplo, se o animal gosta de quente ou frio, do verão ou do inverno, a posição em que dorme, entre outras perguntas do gênero.

Tive o caso, de um gato com câncer e que em decorrência da doença estava com o rosto deformado. Como tratamento ele melhorou 70%. Só não foi melhor porque esse gato saia e demorava a voltar e com isso interrompia o tratamento.

Cuidei também de um cachorro com problema de comportamento muito; agressivo. O animal, depois de 10 dias, parecia outro, muito mais calmo. Utilizo também florais para animais em casos emocionais. Se nós equilibramos emocional, o organismo ganha condições combater as bactérias.


E os próximos livros? 

Já tenho na editora outro livro em análise que tem o título: Todos os animais são nossos irmãos. E já estou escrevendo o terceiro. Pelas informações que recebi do plano espiritual, serão seis livros.


Fonte 
Entrevista realizada por Érika Silveira
(Extraído da Revista Cristã de espiritismo nº 29, páginas 54-59)
http://www.ippb.org.br/modules.php?op=modload&name=News&file=article&sid=3892

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Oprah Winfrey entrevista o médium João de Deus

Oprah Winfrey entrevista o médium João de Deus

Apresentadora americana esteve com João de Deus em Abadiânia nesta manhã. 
Voluntário disse que ela deu autógrafos e acompanhou trabalho do médium.

A apresentadora Oprah Winfrey com o médium João de Deus, em Abadiânia (GO) (Foto: Monique Renne/CB/D.A Press )

A apresentadora norte-americana Oprah Winfrey gravou uma entrevista na manhã desta quinta-feira (29) com o médium João de Deus, em Abadiânia, cidade goiana a cerca de 150 km de Brasília. O médium faz cirurgias espirituais há mais de 30 anos na cidade.
Segundo o voluntário Chico Lôbo, da Casa Dom Inácio de Loyola, onde João de Deus atende, a apresentadora chegou na cidade por volta das 8h acompanhada de três seguranças. Ela se reuniu com o médium por cerca de uma hora acompanhada apenas de sua equipe. Depois acompanhou as cirurgias espirituais realizadas por João de Deus até cerca de 10h30. Ela deixou a casa por volta das 11h, afirmou Lôbo.
De acordo com o voluntário, a apresentadora foi reconhecida por estrangeiros que aguardavam para ser atendidos pelo médium, conversou com as pessoas e deu autógrafos. “Ela ficou muito à vontade e acompanhou todo o trabalho da manhã”, disse.
O voluntário afirmou que uma equipe da apresentadora estava na cidade havia duas semanas, gravando as atividades de João de Deus. "Ela veio só fechar a entrevista", disse. Segundo ele, o médium já havia aparecido em outro programa da apresentadora, em uma reportagem feita pela revista "O", de Oprah, mas ela não estava presente na entrevista feita com ele.
Oprah teria chegado ao Brasil em um jato particular que pousou no aeroporto de Brasília durante a madrugada. O voluntário não soube informar se ela seguiria para os Estados Unidos após retornar a Brasília.

Cirurgias espirituais
O médium João de Deus faz entre 3 mil e 3,5 mil cirurgias espirituais por semana, segundo a Casa Dom Inácio de Loyola. Os atendimentos são feitos às quartas, quintas e sextas-feiras. Não há agendamento prévio e não se paga pelas cirurgias.
O local é bastante procurado por estrangeiros "Para a gente, falar com um estrangeiro é a mesma coisa que falar com um capixaba ou um nordestino", disse Lôbo. O G1 tentou falar com o médium, mas ele estava em atendimento.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Ex-presidente Lula também estaria buscando a cura no espiritismo


SEGUNDA-FEIRA, 12 DE MARÇO DE 2012


Ex-presidente Lula também estaria buscando a cura no espiritismo.

Deus pode te ajudar Lula! Cercado dos melhores médicos, o ex-presidente
“Luiz Inácio Lula da Silva”,que neste domingo teve alta médica do hospital 
Sírio-Libanês, onde se internou dia 4 por causa de  uma pneumonia, ainda recorre 
à ajuda de um guia espiritual de Goiás, o médium, João Teixeira de Faria, 
o João de Deus.
(Foto - Divulgação: Lula sai do hospital)
Tão logo foi diagnosticado câncer na laringe, em outubro do ano passado, além 
do tratamento  tradicional, o ex-presidente já se encontrou pelo menos três vezes
 em São Paulo com o  médium, a quem são atribuídos milagres como fazer 
cegos enxergarem, reduzir tumores e conseguir que paraplégicos voltem a andar. 
Segundo informações do jornal O Dia.

Instituto Eterna Iluminação do Ser em Guarulhos




Obsessão Espiritual pelo álcool


Dr. Ricardo Di Bernardi *

As drogas, de maneira simplificada, podem ser classificadas em três grandes grupos: drogas estimulantes, entorpecentes e alucinógenas.
O álcool acha-se incluído no grupo das drogas entorpecentes. Chamam-se entorpecentes drogas que retardam ou desaceleram a atividade do sistema nervoso central, são tranqüilizantes, anestésicos ou soníferos.
Embora o álcool possa, inicialmente, dar uma sensação de bem estar, com o passar do tempo passa a alterar a química do organismo tornando-se indispensável ao indivíduo que física e psiquicamente torna-se dependente ou prisioneiro do álcool. Seu uso constante passa a gerar um estado de desânimo com perda do interesse pelo trabalho, pelo estudo e pela vida.
Estudos desenvolvidos pela pediatria demonstram que a principal causa da existência de jovensalcoolistas é a falta de núcleo familiar organizado e estável.
Muitas vezes o álcool surge como mecanismo de fuga dos jovens à solidão em que vive desde criança. A falta de amor em família provoca desajustes que freqüentemente desaguam no alcoolismo. As freqüentes separações dos pais, o abandono do lar por um deles, ou as energias de conflito graves entre os genitores é causa mais flagrante da busca do álcool pelo jovem.
O alcoolismo, além de grandes lesões nos órgãos do viciado, determina sérios problemas aos recém-nascidos quando a gestante é usuária da droga. O álcool pode causar lesões no feto que se desenvolve no útero materno, podendo chegar a causar a chamada “ Síndrome do Alcoolismo Fetal ”, com deficiência mental, atraso do desenvolvimento, defeitos cardíacos e inclusive microcefalia (cérebro pequeno).
O dependente do álcool, além de estar física e mentalmente prejudicado, traz inúmeros problemaspara a sociedade, criando atritos, brigas e freqüentemente se envolvendo com amizades que o levam a ambientes onde o crime espreita.
Sob o ponto de vista espírita um dos aspectos a ser considerado é a obsessão espiritual sobre os alcoólatras. O dependente do álcool é, em muitos casos, acompanhado por dois tipos de obsessores: os ectoparasitas, e os endoparasitas espirituais.
Chamam-se ectoparasitas aqueles espíritos que costumam freqüentar bares ou locais de bebedeira se alimentando dos vapores etílicos que absorvem para seu corpo espiritual. Os endoparasitas espirituais são de mais grave conseqüência, pois se ligam ao corpo espiritual (perispírito) do beberrão, prendendo-se ao chakra esplênico do mesmo, onde vampirizam o fluido vital (energia vital ).
O alcoolista crônico costuma ser rodeado de larvas energéticas que se fixam ao seu perispírito. Fato este descrito por autores espirituais e também observados por videntes.
Quando o viciado ingere álcool, há uma expansão de sua consciência e as energias ou fluidos desequilibrados, que se encontravam retidos, saem para a superfície da sua aura, atraindo os perseguidores espirituais.
O alcoolismo é um triste flagelo da humanidade e, como tal, necessita de urgentes providências por parte de todos nós que estamos livres deste pesadelo.
Trabalhemos pelo próximo orientando-o. Desenvolvamos a amizade e o amor, que o álcool não será destruidor da saúde, da paz e da harmonia familiar.



Álcool e Obsessão
Por Irmão Saulo

A obsessão mundial pelo álcool, no plano humano, corresponde a um quadro apavorante de vampirismo no plano espiritual.

A medicina atual ainda reluta - e infelizmente nos seus setores mais ligados ao assunto, que são os da psicoterapia – em aceitar a tese espírita da obsessão.

Mas as pesquisas parapsicológicas já revelaram, nos maiores centros culturais do mundo, a realidade da obsessão.
 
De Rhine, Wickland, Pratt, nos Estados Unidos, a Soal, Carington, Price, na Inglaterra, até a outros para-psicólogos materialistas, a descoberta do vampirismo se processou em cadeia.

Todos os parapsicólogos verdadeiros, de renome científico e não marcados pela obsessão do sectarismo religioso, proclamam hoje a realidade das influências mentais entre as criaturas humanas, e entre estas e as “mentes desencarnadas”.


Jean Ehrenwald, psicanalista, chegou a publicar importante livro intitulado: Novas Dimensões da Análise Profunda, corroborando as experiências de Karl Wick-land em Trinta Anos Entre os Mortos.

Koogan, na Europa de hoje, acompanhado por vários pesquisadores, efetuou experiências de controle remoto da conduta humana pela telepatia, obtendo resultados satisfatórios.

Tudo isso nada vale para os que se obstinam na negação pura e simples, como faziam os cientistas e os médicos do tempo de Pasteur em relação ao mundo bacteriano.


As quadras de Cornélio Pires sobre a obsessão alcoólica não são apenas uma brincadeira poética.

Elas nos mostram - num panorama visto do lado oculto da vida - a própria mecânica desse processo obsessivo.

Espíritos inimigos, (que ofendemos gravemente em existências anteriores), excitam-nos o desejo inocente de “tomar um trago”.
 

Aceitamos a “idéia maluca” e espíritos vampirescos são atraídos pelas emanações alcoólicas do nosso corpo.

Daí por diante, como aconteceu a Juca de João Dório, “enveredamos na garrafa” e vamos parar no sanatório.

Os espíritos vampirescos são viciados que morreram no vício e continuam no mundo espiritual inferior, aqui mesmo na Terra, buscando ansiosamente os seus “tragos”.

Satisfazem-se com as emanações alcoólicas de suas vítimas e continuam a sugá-las como vampiros psíquicos.


Nas instituições espíritas bem dirigidas esse processo é bastante conhecido, e são muitos os infelizes que se salvam após um tratamento sério.

Nos hospitais espíritas as curas são numerosas.

Veja-se a obra do Dr. Inácio Ferreira: Novos Rumos à Medicina, relatando as curas realizadas no Hospital Espírita de Uberaba.

Não é só a obsessão alcoólica que está em jogo nos processos obsessivos.

Os desvios sexuais oferecem um contingente talvez maior e mais trágico do que o do álcool, porque mais difícil de ser tratado.


Tem razão o poeta caipira ao advertir que “álcool, para ajudar, é cousa de medicina”.

Só nas aplicações médicas o álcool pode ser usado como remédio.

Mas temos de acrescentar, infelizmente, que os médicos de olhos fechados para a realidade espiritual não estão em condições de atender aos casos de alcoolismo.

Os grupos espíritas e as associações alcoólicas obtêm resultados mais positivos, quando em tratamentos bem dirigidos.

* Sobre o autor: Pseudônimo utilizado por José Herculano Pires.

... Boa noite, tenho 21 anos, solteira, tenho uma vida social bem ativa e sempre gostei de beber cerveja com amigos, e acabava exagerando, mas até ai tudo bem, porém ultimamente tenho percebido que com pouca bebida tenho uma mudança de comportamento muito estranha, as pessoas dizem que fico agindo de forma "diferente", na realidade eu não consigo lembrar no dia seguinte o que acontece, mas de repente meu comportamento muda e até agressiva eu fico, coisa que não sou. Não freguento nenhum grupo espirita, e nenhuma outra religiao, porém tenho curiosidade em entender melhor o espiritismo. A principio gostaria de saber se existe alguma possibilade dessa mudança repentina de estado estar relacionada a algum problema espiritual e o porque de só estar acontecendo a uns 5 meses, tendo em vista que sempre bebi da mesma forma, talvez até mais e isso nunca havia acontecido? ......"



Prezada Amiga, bom dia.

Este tipo de alteração comportamental pode sim, e muito frequentemente, estar relacionado a influencias espirituais; principalmente com o tipo de "diversão" que você declara estar tendo.

Desconsiderando o fato que o efeito do álcool normalmente "libera" o que instintivamente temos dentro de nós e conscientemente prendemos; e observando o fato que suas atitudes mudam "radicalmente" e que a "amnésia" não seja efeito do álcool; vou partir do princípio suposto que realmente esteja havendo influencia espiritual. 

Percebo e entendo sua dúvida quando ao fato de "apenas" ha 5 meses estar acontecendo estas alterações; porém processos de influenciação espiritual não acontecem da noite para o dia e são necessários meses para que se crie a sintonia entre o espírito e o encarnado para que se inicie o processo de influenciação.

Provavelmente este processo havia se iniciado antes e você não havia percebido; se apresentando em pequenos eventos, poucas alterações, situações simples as quais não deu atenção. Normalmente é assim que se inicia.

Entenda que, não criticando seus hábitos, mas este tipo de comportamento - embora seja aceito com naturalidade pela sociedade - é o ambiente ideal para que os espíritos sofredores e mau intencionados se aproximem e se utilizem dos encarnados.



Seja vampirizando - absorvendo as energias - ou influenciando para satisfazer suas vontades, os espíritos desencarnados pouco evangelizados - e são MUITOS que nos cercam diariamente - nos acompanham por motivos cármicos ou passam a acompanhar por sintonia vibratória com nossos desejos/pensamentos/hábitos/ações.

Acredito, inclusive, pelo que você relata, que seja este último o motivo da aproximação entre este espírito, ou espíritos, que possa estar te influenciando; uma vez que anteriormente em sua vida nunca teve nenhum episódio semelhante. Infelizmente percebo também que este descontrole de seus atos já está beirando a subjugação (leia o Livro dos médiuns Capítulo 23) - sob o efeito do álcool - e, sinto informar, apenas tende a aumentar e piorar; caso não seja combatido.

Perceba também que este tipo de influenciação não quer significar que você seja portadora de mediunidade; mas apenas que já existe um nivel preocupante de sintonia entre você e o espírito sofredor.

Além do fator "bebida" e "diversão" que você relata em sua vida, também há o fator da falta de religiosidade, o que facilita a investida sobre você, uma vez que também está desarmonizada no sentido religioso - não necessariamente no espiritismo, mas em qualquer religião que busque equilibrar o indivídio em sua relação com o mais alto.

Assim, minha irmã, acredito que esteja na hora de você ponderar seriamente e modificar seus hábitos e comportamentos, sem medo de deixar de se divertir - porque eu , por exemplo, me divirto muito com a família e amigos sem a necessidade da bebida e dos excessos.

Acredito ser de bom alvitre que passe a buscar uma orientação espiritual na religião de sua preferencia e que busque reatar sua ligação com o mais alto através de leituras salutares, prática da oração diária - ou várias vezes por dia - e prática da caridade.

Não é por acaso que oriento este tipo de comportamento, mas sim porque assim procedendo estará trazendo para junto de si os espíritos evangelizados e afastando os sofredores que desejam te prejudicar - mudando sua vibração.

Esta decisão irá ocasionar uma mudança em sua vida - para melhor - e toda mudança gera, instintivamente, uma reação contrária; no seu caso esta reação será principalmente motivada pela espiritualidade sofredora que não quer "peder a fonte" de energias que vem absorvendo.

Por isso, caso decida se ajudar, deve ter firme e constante sua decisão e se esforçar sempre para manter o rumo correto.

Perceba, inclusive, que esta é uma decisão SUA e de mais ninguém, pois apenas cabe a VOCÊ o esforço e a responsabilidade de SE ajudar.

Caso você ache prudente procure auxílio em uma casa espírita séria e bem direcionada, orientada por Jesus e Kardec, e inicie a frequentar as reuniões, tomar passe e ingerir água fluidificada; certamente isso vai ajudar no seu caso.

Uma leitura que será de muito esclarecimento para você é o livro "sexo e destino" do espírito André Luiz, através do médium Chico Xavier - caso não consiga um exemplar, pode efetuar o download em nossa biblioteca -www.biblioteca.radiobomespirito.com 

Qualquer dúvida não deixe de entrar em contato.

Espero ter sido de alguma ajuda.

Paz contigo. 



sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O carnaval Sob a Ótica Espiritual


“Atrás do trio elétrico só não vai que já morreu...”. – Caetano Veloso
“Atrás do trio elétrico também vai quem já “morreu”...”.

Ao contrário do que reza o frevo de Caetano Veloso, não são somente os “vivos” que formam a multidão de foliões que se aglomera nas ruas das grandes cidades brasileiras ou de outras plagas onde se comemore o Carnaval.


O Espiritismo nos esclarece que estamos o tempo todo em companhia de uma inumerável legião de seres invisíveis, recebendo deles boas e más influências a depender da faixa de sintonia em que nos encontremos. Essa massa de espíritos cresce sobremaneira nos dias de realização de festas pagãs, como é o Carnaval.

Nessas ocasiões, como grande parte das pessoas se dá aos exageros de toda sorte, as influências nefastas se intensificam e muitos dos encarnados se deixam dominar por espíritos maléficos, ocasionando os tristes casos de violência criminosa, como os homicídios e suicídios, além dos desvarios sexuais que levam à paternidade e maternidade irresponsáveis. Se antes de compor sua famosa canção o filho de Dona Canô tivesse conhecido o livro “Nas Fronteiras da Loucura”, ditado ao médium Divaldo Pereira Franco pelo Espírito Manoel Philomeno de Miranda, talvez fizesse uma letra diferente e, sensível como o poeta que é, cuidaria de exortar os foliões “pipoca” e aqueles que engrossam os blocos a cada ano contra os excessos de toda ordem. Mas como o tempo é o senhor de todo entendimento, hoje Caetano é um dos muitos artistas que pregam a paz no Carnaval, denunciando, do alto do trio elétrico, as manifestações de violência que consegue flagrar na multidão.

No livro citado, Manoel Philomeno, que quando encarnado desempenhou atividades médicas e espiritistas em Salvador, relata episódios protagonizados pelo venerando Espírito Bezerra de Menezes, na condução de equipes socorristas junto a encarnados em desequilíbrios.

Philomeno registra, dentre outros pontos de relevante interesse, o encontro com um certo sambista desencarnado, o qual não é difícil identificar como Noel Rosa, o poeta do bairro boêmio de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, muito a propósito, integrava uma dessas equipes socorristas encarregadas de prestar atendimento espiritual durante os dias de Carnaval.

Interessado em colher informações para a aprendizagem própria (e nossa também!), Philomeno inquiriu Noel sobre como este conciliava sua anterior condição de “sambista vinculado às ações do Carnaval com a atual, longe do bulício festivo, em trabalhos de socorro ao próximo”. Com tranqüilidade, o autor de “Camisa listrada” respondeu que em suas canções traduzia as dores e aspirações do povo, relatando os dramas, angústias e tragédias amorosas do submundo carioca, mas compreendeu seu fracasso ao desencarnar, despertando “sob maior soma de amarguras, com fortes vinculações aos ambientes sórdidos, pelos quais transitara em largas aflições”.

No entanto, a obra musical de Noel Rosa cativara tantos corações que os bons sentimentos despertados nas pessoas atuaram em seu favor no plano espiritual; “Embora eu não fosse um herói, nem mesmo um homem que se desincumbira corretamente do dever, minha memória gerou simpatias e a mensagem das músicas provocou amizades, graças a cujo recurso fui alcançado pela Misericórdia Divina, que me recambiou para outros sítios de tratamento e renovação, onde despertei para realidades novas”.

Como acontece com todo espírito calceta que por fim se rende aos imperativos das sábias leis, Noel conseguiu, pois, descobrir“que é sempre tempo de recomeçar e de agir” e assim ele iniciou a composição de novos sambas, “ao compasso do bem, com as melodias da esperança e os ritmos da paz, numa Vila de amor infinito...”.

Entre os anos 60 e 70, Noel Rosa integrava a plêiade de espíritos que ditaram ao médium, jornalista e escritor espírita Jorge Rizzini a série de composições que resultou em dois discos e apresentações em festivais de músicas mediúnicas em São Paulo.

O entendimento do Poeta da Vila quanto às ebulições momescas, é claro, também mudou:
- “O Carnaval para mim, é passado de dor e a caridade hoje, é-me festa de todo, dia, qual primavera que surge após inverno demorado, sombrio”.

A carne nada vale:

O Carnaval, conforme os conceitos de Bezerra de Menezes, é festa que ainda guarda vestígios da barbárie e do primitivismo que ainda reina entre os encarnados, marcado pelas paixões do prazer violento. Como nosso imperativo maior é a Lei de Evolução, um dia tudo isso, todas essas manifestações ruidosas que marcam nosso estágio de inferioridade desaparecerão da Terra.

Em seu lugar, então, predominarão a alegria pura, a jovialidade, a satisfação, o júbilo real, com o homem despertando para a beleza e a arte, sem agressão nem promiscuidade. A folia em que pontifica o Rei Momo já foi um dia a comemoração dos povos guerreiros, festejando vitórias; foi reverência coletiva ao deus Dionísio, na Grécia clássica, quando a festa se chamava bacanalia; na velha Roma dos césares, fortemente marcada pelo aspecto pagão, chamou-se saturnalia e nessas ocasiões se imolava uma vítima humana.

Na Idade Média, entretanto, é que a festividade adquiriu o conceito que hoje apresenta, o de uma vez por ano é lícito enlouquecer, em homenagem aos falsos deuses do vinho, das orgias, dos desvarios e dos excessos, em suma.

Bezerra cita os estudiosos do comportamento e da psique da atualidade, “sinceramente convencidos da necessidade de descarregarem-se as tensões e recalques nesses dias em que a carne nada vale, cuja primeira silaba de cada palavra compõe o verbete carnaval”.

Assim, em três ou mais dias de verdadeira loucura, as pessoas desavisadas, se entregam ao descompromisso, exagerando nas atitudes, ao compasso de sons febris e vapores alucinantes. Está no materialismo, que vê o corpo, a matéria, como inicio e fim em si mesmo, a causa de tal desregramento.

Esse comportamento afeta inclusive aqueles que se dizem religiosos, mas não têm, em verdade, a necessária compreensão da vida espiritual, deixando-se também enlouquecer uma vez por ano.

Processo de loucura e obsessão:

As pessoas que se animam para a festa carnavalesca e fazem preparativos organizando fantasias e demais apetrechos para o que consideram um simples e sadio aproveitamento das alegrias e dos prazeres da vida, não imaginam que, muitas vezes, estão sendo inspiradas por entidades vinculadas às sombras. Tais espíritos, como informa Manoel Philomeno, buscam vitimas em potencial “para alijá-las do equilíbrio, dando inicio a processos nefandos de obsessões demoradas”.

Isso acontece tanto com aqueles que se afinizam com os seres perturbadores, adotando comportamento vicioso, quanto com criaturas cujas atitudes as identificam como pessoas respeitáveis, embora sujeitas às tentações que os prazeres mundanos representam, por também acreditarem que seja lícito enlouquecer uma vez por ano.

Esse processo sutil de aliciamento esclarece o autor espiritual, dá-se durante o sono, quando os encarnados, desprendidos parcialmente do corpo físico, fazem incursões às regiões de baixo teor vibratório, próprias das entidades vinculadas às tramas de desespero e loucura. Os homens que assim procedem não o fazem simplesmente atendendo aos apelos magnéticos que atrai os espíritos desequilibrados e desses seres, mas porque a eles se ligam pelo pensamento, “em razão das preferências que acolhem e dos prazeres que se facultam no mundo íntimo”. Ou seja, as tendências de cada um, e a correspondente impotência ou apatia em vencê-las, são o imã que atrai os espíritos desequilibrados e fomentadores do desequilíbrio, o qual, em suma, não existiria se os homens se mantivessem no firme propósito de educar as paixões instintivas que os animalizam.

Há dois mil anos. Tal situação não difere muito dos episódios de possessão demoníaca aos quais o Mestre Jesus era chamado a atender, promovendo as curas “milagrosas” de que se ocupam os evangelhos. Atualmente, temos, graças ao Espiritismo, a explicação das causas e conseqüências desses fatos, desde que Allan Kardec fora convocado à tarefa de codificar a Doutrina dos Espíritos. Conforme configurado na primeira obra da Codificação – O Livro dos Espíritos -, estamos, na Terra, quase que sob a direção das entidades invisíveis: “Os espíritos influem sobre nossos pensamentos e ações?”, pergunta o Codificador, para ser informado de que “a esse respeito sua (dos espíritos) influência é maior do que credes porque, freqüentemente, são eles que vos dirigem”. Pode parecer assustador, ainda mais que se se tem os espíritos ainda inferiorizados à conta de demônios.

Mas, do mesmo modo como somos facilmente dominados pelos maus espíritos, quando, como já dito, sintonizamos na mesma freqüência de pensamento, também obtemos, pelo mesmo processo, o concurso dos bons, aqueles que agem a nosso favor em nome de Jesus. Basta, para tanto, estarmos predispostos a suas orientações, atentos ao aviso de “orar e vigiar” que o Cristo nos deu há dois mil anos, através do cultivo de atitudes salutares, como a prece e a praticada caridade desinteressada. Esta última é a característica de espíritos como Bezerra de Menezes, que em sua última encarnação fora alcunhado de “o médico dos pobres” e hoje é reverenciado no meio espírita como “o apóstolo da caridade no Brasil”.


Fonte: Revista Visão Espírita.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Cura Real

























REVOLUÇÃO 2012" - Tese de um cientista alemão


CIENTISTA ALEMÃO DIETER BROERS AFIRMA QUE AS TEMPESTADES SOLARES PODEM SALVAR A HUMANIDADE

O cientista e biofísico alemão Dieter Broers possui mais de 30 anos investigando os efeitos dos campos eletromagnéticos nos seres humanos, e é um dos poucos que tocaram no tema de 2012 com uma visão realista, científica, e com uma boa dose de esperança.
Broers descobriu que as perturbações significativas nos campos eletromagnéticos que rodeiam os seres humanos podem criar estados mentais similiares aos provocados pelas drogas alucinógenas ou experiências místicas.
A alteração de nossos campos eletromagnéticos produzida pelas “explosões solares” ou “tempestades solares” previstas para 2012, afetaria nossa consciência e percepção da realidade. Poderíamos experimentar, em dias de alta atividade solar, alucinações e estados mentais extremamente desconcertantes ou prazerosos.
Para Broers, o importante destes estados mentais, que poderiamos chamar alterados, é que nos permitiriam entender a crise global que vive o planeta como o sintoma de uma doença que pode ser curada.
Imagine isto. Você vai á rua para buscar trabalho e para em frente a uma banca de jornal. Súbitamente, as fotos cobram vida e começam a falar com você. Primeiro você se assusta e pensa que está ficando louco, mas logo o aceita e estabelece um diálogo. A conversa te leva por caminhos desconhecidos e pontos de vista que nunca antes havia percebido. De pronto, você percebe que a humanidade está mal, que está doente, e entende por quê e como se pode solucionar.
Graças às reflexões coletivas que teria a humanidade neste estado, produto da perturbação de nossos campos eletromagnéticos provocada pelas tempestades solares, chegariamos a encontrar a cura para a crise global que enfrenta nossa sociedade.
Em seu livro “Revolução 2012” Dieter Broers nos alerta sobre as tempestades solares: “Os eventos que o Cosmos guarda para nós em 2012 poderiam comparar-se a receber um copo de suco onde alguem despejou um pouco de LSD ou ácido lisérgico sem o nosso conhecimento.”
As tempestades solares de 2012 têm um lado positivo, e de alguna forma, de esperança. Broers sustenta que as alterações no campo magnético da Terra, provocadas pelas tempestades solares, alterarão nossa percepção do tempo e da realidade e, dependendo de nossa preparação, produzirão em nós experiências do tipo místico, mudanças de consciência, alucinações e talvez, poderes mentais.
O súbito incremento da atividade solar nas últimas semanas, evoca uma análise mais detalhada dos trabalhos do cientista alemão.
Em que se baseia Dieter Broers para suas teorias sobre as tempestades solares?
Alguns experimentos realizados por Broers o levaram a descobrir que o estado de consciência de uma pessoa pode ser alterado expondo o cérebro a campos eletromagnéticos de certa intensidade. De acordo con suas investigações, um campo magnético normal nos permite manter um estado de consciência normal e uma percepção do tempo normal. Por outro lado, um campo magnético severamente anormal ou a ausência dele, provoca estados mentais alterados e uma distorsão em nossa percepção do tempo.
Para Broers, quem têm trinta anos investigando este campo da ciência, o efeito das perturbações geomagnéticas criadas pelas tempestades solares é similar aos efeitos das drogas alucinógenas. Quando somos expostos a este tipo de campos magnéticos, nosso cérebro produz uma série de substâncias que são as que geram essas alucinações ou distorsões da realidade e do tempo.
“Os estados mentais alterados são provocados pelos processos neuroquímicos e pela produção de substâncias psicoativas ou alucinógenas. Sob certas condições, o cérebro é capaz de produzir o que poderiamos chamar substâncias ilegais.“
As tempestades solares dos próximos anos poderiam fazer com que nossos cérebros gerem substâncias capazes de criar fortes alucinações. Estas alucinações serão totalmente reais para a pessoa que as experimente e afetarão nossos sentidos de diferentes formas: o tempo parecerá mover-se mais lentamente, veremos presenças estranhas, ouviremos vozes, perceberemos forças invisíveis e sentiremos uma poderosa união com o universo que nos rodeia.




Dieter Broers diz que as tempestades solares de 2012 e de 2013 provocarão não só estados alterados desconcertantes senão estados extremamente prazeirosos que alguns poderiam denominar de “iluminação”, como o que experimentaram Moisés, Joana D’Arc, e Pablo de Tarso.
Nem todos sentiremos o mesmo, ou reagiremos da mesma forma. Algumas pessoas experimentarão paz e euforia enquanto que outros passarão por momentos de agressividade e depressão. O fator determinante para ter uma experiência negativa ou positiva será o medo. Enquanto que uma pessoa poderia escapar aterrorizada ante uma presença estranha, outra poderia entender que essa presença é parte de sua consciência, e outra poderia estabelecer um diálogo com a misteriosa presença sobre as orígens da vida. Por isto, Broers aconselha que preparemos nossas mentes meditando.
“Inclusive se você têm dúvidas sobre que tipo de “iluminação” poderia experimentar, deveria, não obstante, começar a meditar o mais breve possível, para que possa experimentar estes estados alterados de consciência num estado receptivo”
Se estamos predispostos não haverá medo, e se estivermos num estado receptivo poderemos aproveitar a experiência. Dependerá de nós que essas alucinações se convertam em momentos de “iluminação espiritual”.
Para que servem todas estas alucinações? O que têm de positivo tudo isto?
Segundo Broers, muitos pacientes foram tratados exitosamente usando os efeitos dos campos eletromagnéticos no cérebro. A terapia, também chamada “terapia de mega-ondas”, consiste em administrar campos eletromagnéticos, idênticos aos que encontramos na natureza, através de dispositivos colocados na cabeça dos pacientes. Esta terapia teve uma altíssima porcentagem de cura exitosas graças ao fato de que pela primeira vez, os pacientes são capazes de entender a causa de seu problema.
A mesma terapia aplicada a pacientes sãos ou sem problemas, fez com que experimentassem um estado de consciência alterado que lhes permitiu ver a realidade e as coisas deste mundo, num contexto muito maior.






Segundo Broers, uma tempestade solar de elevada magnitude afetaria coletivamente nossos cérebros e poderia ajudar a que tomemos consciência do dano que estamos fazendo ao planeta, e que tomemos ações para reverter a situação.
“Estas descobertas também podem aplicar-se à situação atual do mundo. Se vemos a crise global como o sintoma de uma doença e olhamos profundamente dentro de nós, seremos capazes de identificar a causa atual desta doença. Enquanto nossos esforços para nos salvar se centrem nos sintomas de nossa condição, não encontraremos uma cura verdadeira. Só poderemos salvar o planeta se reconhecermos, primeiro, a verdadeira causa da doença. Este tipo de reconhecimento pode ser obtido através da influência de campos eletromagnéticos. Se, por exemplo, cada ser humano na Terra fosse exposto a estes campos eletromagnéticos, uma consciência coletiva nasceria nos seres humanos.”
Esta exposição coletiva da humanidade a campos eletromagnéticos da que fala Broeck, poderia ser provocada por uma forte tempestade solar nos próximos anos. O ciesntista alemão acredita que uma série de tempestades solares de alta magnitude não só provocará experiências místicas ou alucinações e mudanças de consciência sobre o dano ao planeta, senão que também poderia colocar em funcionamento partes do cérebro que nunca utilizamos.
“Estou convencido que atualmente nos encontramos no meio de um processo que compreende a restruturação de nossas redes neuronais, e que o catalizador deste processo é a elevada atividade solar-geomagnética cujas consequências são temidas por tanta gente. Porém, todos os fatos e descobertas, apontam à inegável conclusão de que a evolução nos permitirá, pela primeira vez na história humana, usar o enorme potencial de nossos cérebros.”
Para Broers, os humanos usam uma ínfima parte do cérebro, ele sustenta que é como se usássemos a área de uma partícula de pó quando dispomos de uma mansão de quinhentos quartos.
Umas quantas tempestades solares de elevada magnitude poderiam ser suficientes para alterar nossa realidade. As alucinações seriam o primeiro sinal de que estamos usando novas áreas de nosso cérebro. O que virá depois é terreno desconhecido. Poderes mentais? Telepatia? Propriedades quânticas? Realidades paralelas? Outras dimensões?




Dieter Broers afirma que as alterações no campo magnético da Terra produzirão não só uma mudança de consciência senão que nos ajudará a utilizar o verdadeiro potencial do cérebro humano.
“Em vista do fato que os campos eletromagnéticos podem ajudar a um paciente a identificar a causa de uma doença, é muito possível que as forças eletromagnéticas do cosmos possam fazer que a raça humana perceba a doença que ataca o nosso planeta. As condições para uma expansão de consciência estão dadas.”
Tomara que não presisemos ser golpeados por uma tempestade solar gigantesca para começar a reverter a crise do planeta. Embora a esta altura, parece que só algo assim de radical nos fará mudar de rumo.
O blog espera que as tempestades solares dos próximos meses e anos ampliem nossa consciência e, de uma vez por todas, nos remeta a um período de evolução num campo diferente ao tecnológico, o espiritual, e não me refiro a religião.